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sábado, 27 de janeiro de 2018

O aproveitamento de lixo na Suécia é tão eficiente que o país se viu obrigado a importar resíduos de outros países

Via: HypeScience e eCycle



Opaís que está na liderança do gerenciamento de lixo é a Suécia. Enquanto a maioria dos países não sabem o que fazer com os resíduos, a Suécia recicla 1,5 bilhão de garrafas e latas anualmente, uma quantidade surpreendente para uma população de 9,3 milhões de pessoas.
Devido a este eficiente modelo de reciclagem adotado no país, o país sofre com um problema inusitado: as usinas geradoras de energia elétrica e térmica a partir da incineração de lixo ficaram sem “matéria-prima”. Então, a solução é comprar 800 mil toneladas de lixo de países vizinhos todo ano.
Cada sueco produz o equivalente a 461 kg de lixo por ano (a média europeia é de 525 kg), e menos de 1% dessa quantidade acaba em aterros sanitários. No Brasil, segundo a Exame, cada habitante produz 383 kg de lixo por ano.
O lixo da Suécia é queimado em 32 instalações de incineração de resíduos, e produz energia elétrica e aquece para 250 mil lares. Se as usinas têm menos combustível, o país tem menos energia.
O programa que foi criado no país para esse reaproveitamento de lixo se chama resíduo-para-energia, e funciona da seguinte forma: várias fornalhas são carregadas com resíduos, e estes são queimado a temperaturas entre 850 a 1000 °C, produzindo vapor. Este vapor é usado para mover turbinas geradoras de eletricidade, que é transferida para a rede de energia elétrica.
Quando os resíduos vão para os aterros sanitários, há uma grande contaminação no solo devido as toxinas geradas. Com este método, o país consegue reduzir toda essa contaminação. A diretora de comunicação da Administração de Resíduos da Suécia, Anna-Carin Gripwell, explica: “Quando o lixo fica em aterros, ele produz gás metano e outros gases do efeito estufa, e isso obviamente não é bom para o meio ambiente”.

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